Foste o extremo do verbo amar, mas nem de
perto foste aos pés do eterno que dias e noites reviram a minha mente sem pés
nem cabeça, oca e profunda para quem triste vive com uma realidade que aos
poucos torna os sonhos impossíveis de tornarem uma verdade.
Ainda hoje, são os dias que tornam esse teu
feitio abominavelmente controlador e crítico com frieza, a base que abraça esta
amizade feita dos restos que em tempos foi um amor, que me fazia sorrisos no
meu rosto e carícias na minha alma repleta de passos e fórmulas, que os sábios
fazem questão de repetir vezes sem conta, para que ao fim do mês tenham o seu
ganha-pão para os seus próprios prazeres e afazeres à margem de dias, à sombra
da preguiça e na levadiça de uma cama de descansos e mansos Verões para um
breve repouso.
Levando recordações e tensões para a paz de
espírito que se cria e perlonga pela noite fora, enquanto os sinos me deixarem
envolvidos em cobertores macios e leves no meu corpo, que nem penas de Apolo ao
raso vento.
Leio
frases e abraços que outrora viveram apenas no meu ágil pensamento, complicado
para os simples e leve para os engenheiros e doutores que encarnam salvadores
de outros tempos árduos e apertados, para quem os viveu e recorda com tristeza
e a avareza deixou para os gananciosos e pecaminosos.
Lindas palavras, Carlos!
ResponderEliminarEstás de parabéns! Sempre poemas e textos espetaculares!♥
Beijinho ~ Haruka Tenoh Kou