Ando a tentar arranjar coragem, no meio de palavras bobas e nas conversas loucas, que temos sobre um mundo que me dás a conhecer, aos poucos e com isso meia dúzia de ilusões se criam, ao redor de desejos que te quero revelar ao relento, de um momento só nosso
Vou continuar a procurar o teu mundo, o teu luar em noites frias e iluminadas por candeeiros e isqueiros que falsificam o calor humano que tanto anseio de ti, do mundo, feitos e desfeitos á vista desarmada, de quem perde para a insegurança imposta por preconceitos face á vida que levam.
Se preferes jogar este jogo, assim será mas já passei maior parte da minha vida procurando-te, não quero deitar fora o pouco tempo que ainda me resta, quero-te ver feliz a todos os minutos, sem mentiras, passo a passo iremos construir e fortalecer este amor que em mim habita e na dúvida comunica, com o teu mundo, o teu ser.
Contudo as maiores oportunidade da nossa vida são deitadas fora, enquanto vivemos as maiores ilusões do nosso fado e com isso o forte dos sacrifícios será em vão se te perder para um mundo de rancor e pavor ao som de uma chuva eterna que molha meu corpo e o meu ser a cada vez que escolho como a preferida, a única, a querida, mas quero-te fazer compreender isso aos poucos, tentar e voltar a tornar as palavras acções, e o sol brilhará por nós uma única vez até que as divindades decidirem separar-nos e levar cada um de nós para o submundo.
Um comentário.
ResponderEliminar"Diz-lhe o que sentes, porque por muito que tentes elas não adivinham"
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