A felicidade vem de pequenos momentos que
passo contigo, ao redor de um abrigo que abrange carinhos e sorrisos que soltas
do teu rosto e o meu coração recolhe com amor e sem esforço, no gosto ficam
beijos que te quero dar e abraços que ficam por contar saudades e momentos de
um fado, os mesmos que nos une a cada dia que penso em ti e em tudo o que dá
sabor á minha vida.
Uma tentativa desmedida de encontrar o mais
brande dos amores, nesta melodia desmedida de tristezas e franquezas de um povo,
que não sabe conter desgostos e numa cerveja deixa desabafos e amassos de dias
em que procurou o que nunca amou por completo, velho passado e novo futuro a
passos de lagarta, demoram e magoam a alma de quem vê na cara o que se sente no
coração.
Á quem procura um divertimento, á quem deseje
apenas um abraço dos poucos rejeitados pelos pobres diabos, que no prazer
retribuem a dor de quem o amor não esconde no seu rosto e no sangue bombeie sem
esforço o que de um poço nunca vai receber, mãos feridas e desmedidas e sonhos
condenados ao mais pobre dos passos, onde se desvenda a verdade das palavras e
a realidade das acções, de quem absorve beijos e em troca dá despejos de
queijos podres muitas vezes sem sabores, de uma paixão na mais pálida
expressão.
Nas tuas mãos procuro o mais leve dos toques
e no teu corpo a maior das hipóteses, de que o futuro não é apenas uma ilusão
que crio com os meus olhos que admiram uma beleza sem fim e no mais silencioso
toque encontra a maior valsa, que aquece o meu ser que nem cobertores que me
envolvem para o reino dos sonhos onde tu és a rainha dos montes e prados em que
me deito e revejo a serenidade que me transmites, as mais engraçadas pistas de
um amor ainda pairando no ar, sem uma resposta, um sim ou um não.
Por vezes uma simples palavra como um (sim ou não) pode mudar a nossa vida para sempre....
ResponderEliminarbeijos