Tudo em linha numa mira vazia, que cabeça a minha... procurando o que não sabe dar, temendo o que nunca viu, sentindo alguem que não se ergueu, esperando do mundo um paraíso com pavor, por favor...
Até uma criança sabe expressar o amor, porquê recear algo tão naturar, racional, num espaço e tempo tão limitado como a vida de pleno mortal? Talvez o erro seja em procurar as respostas num meio tão irracional, tal e qual uma ervilha num arrozal, a solução não está no plural, mas sim no profundo do meu estrutural, o sentimental que se afunda neste viciante pavor de acções e expressões, que monstram quem realmente sou... um humano com medos e coração.
Farto de pensar, de me auto julgar, quero mudar, me libertar desta prisão onde me estou a excomungar, a prejudicar a minha própria confiança ferida por egos e escaravelhos, que se acham superiores, quando na verdade são os piores perdedores...
Adorei
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