sábado, 10 de dezembro de 2011

Gostava de te confessar

Como cada passo que me custa andar, sentir-te aqui e não te poder tocar, torna-se a minha escuridão num dia primaveril. Gostava de ser, de cada vez mais perceber o sentido do verbo amar, pois ele têm-me domado os dias, as horas, os pensamentos a fio em noites frias e dias calmos de Inverno, até os mais ocultos pensamentos o teu nome prevalece aqui.
Gostava de te confessar que te amo com loucura, com fervor e com ternura desde o momento em que o dia nasce até ao momento que as minhas forças se acabam e me levam num sono profundo envolvido em sonhos e pesadêlos, em risadas e receios, dia e noite numa só.
Saberei eu lidar com tal sentimento que me rói por dentro, me aquece tremendamente a alma sem autorização, sem perdão, sem recentimentos ou confusão que esta paixão desperta em mim... Uma parte que se deixa levar pelo magma da tua mente, a sabedoria que acima de tudo não se aprende, mas se sente...

10 comentários:

  1. Adorei!!! Está muito bom. Está sentimental, sincero e a mensagem ke keres passar transmites-a muito bem. Continua axim.

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  2. Olá Carlos não tenho muito jeito para isto, mas o que li adorei, tens muita inspiração e digo te continua assim que vais bem :) gostei muito...um enorme beijinho

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  3. Espetacular.Quem me dera ter sido eu a escrever isto.Está sentimental e vê-se que é puro,vê-se que sentes mesmo isto.Força rapaz.Luta por esse sentimento

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  4. Olá Carlos, eu li e adorei, esta sentimental e sincero. Continua assim, gostei muito e estou a espera que escrevas mais! :)
    Beijinhos, e ate breve! :)

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  5. Adorei.... ja pensas te em escrever um livro :)

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